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Interpretação de resultados de densitometria óssea

Após a varredura do aparelho, os dados são apresentados na tela através da imagem da região examinada com as linhas de posicionamento e geralmente por  tabelas de dados principais constituídas por valores absolutos , valores percentuais e em desvios padrão da média de uma população.

Vamos nos ater aos principais dados para classificação diagnóstica de osteoporose:

VALOR ABSOLUTO:

Bone Mineral Density  = Densidade Mineral Óssea BMD ou DMO ,

expresso em  g/cm2 . ( 3 dígitos decimais)

Exemplo:    L1     0,828 g/cm2        L1-L4     0,904 g/cm2

DESVIO PADRÃO:

Quando se compara um valor da DMO de um indivíduo com o valor médio da DMO de uma população de adultos jovens do mesmo sexo (valor que representa a massa óssea máxima, também chamada pico de massa óssea), a relação entre os dois valores, expressa em número de “desvios-padrão” (DP), é designada T-score.

Exemplo: T-score colo do fêmur    -2,3   ( 1 dígito decimal)

Em termos mais simples, o índice T descreve a diferença entre a massa óssea atual do indivíduo e a massa óssea da população de adultos jovens.

A  classificação da OMS  para osteoporose foi publicada em 1994 destinada a avaliar a prevalência da doença na população, seguindo o seguinte critério:

T-score maior ou igual a  -1,0   =   NORMAL

T-score entre  −1,0  e  −2, 5       =    BAIXA MASSA ÓSSEA (OSTEOPENIA)

T-score igual ou menor a −2,5  =  OSTEOPOROSE

 

Os critérios da OMS determinam que o diagnóstico de osteoporose pode ser feito em mulheres após menopausas e homens com idade > 50 anos, em qualquer um dos seguintes sítios ósseos, mesmo na ausência de histórico de fratura osteoporótica: fêmur proximal (colo femoral e fêmur total), coluna lombar (L1-L4) e rádio 33% (diáfise do rádio, com predomínio de osso cortical).

Porque a OMS escolheu o T-score de -2,5?

Esse valor de corte identifica cerca de 30% das mulheres na pós menopausa como tendo osteoporose usando medidas realizadas na coluna, quadril ou antebraço. Isto é aproximadamente equivalente ao risco de fratura nestes locais durante toda a vida.

 

O rádio 33% deve ser realizado quando a coluna lombar ou o fêmur proximal não puderem ser medidos ou interpretados nos pacientes com diagnóstico de hiperparatireoidismo, e nos obesos com peso acima do limite do equipamento DXA utilizado.

Os critérios diagnósticos da OMS podem ser aplicados às mulheres na transição menopausal.

Punho

Interpretação de resultados de densitometria óssea 2

 

A avaliação de exames de densitometria óssea apresentam peculiaridades no caso de mulheres a menacme e em homens com menos de 50 anos, muito em função das questões hormonais.

 

A OMS estabelece os seguintes critérios para esse grupo:

 

Deve ser usado o Z-escore (número de desvios-padrão da média de uma população do mesmo sexo e raça do indivíduo).

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